Grupos de Trabalho

GT 1: Governo, Gestão e Políticas Públicas: aceita trabalhos vinculados com temáticas orçamentárias, modelos de gestão e de administração pública, gestão de pessoas e gestão social, estudos sobre a questão do trabalho no setor público, estudos de casos de transparência, acesso à informação e dados abertos, com enfoque analítico e teórico plural, mas preferencialmente crítico com relação ao contexto político e institucional de crise e de diagnóstico do discurso hegemônico que procura resolver a crise na dimensão pública dos processos.

 

GT 2: Análise de Políticas Públicas e Sociais: aceita trabalhos que tenham como objeto de estudo políticas setoriais e sociais, sobretudo políticas de assistência social, transferência de renda e combate à pobreza, meio ambiente, mobilidade urbana (transporte, infraestrutura urbana, habitação, saneamento, entre outras) e participação. Objetiva-se promover a discussão de trabalhos baseados em arcabouço teórico e analítico recente (sobretudo enfoques multidisciplinares e inovadores) e que permitam traçar um quadro dos dilemas contemporâneos das políticas sociais em contexto de hegemonia neoliberal e instabilidade política no país.

GT3: Movimentos Sociais, Direitos e Políticas Públicas: aceita trabalhos que analisam problemas vinculados a movimentos sociais, participação política, movimentos migratórios, políticas de preservação da memória, sobretudo quando incorporam políticas de gênero e raça e outras clivagens analíticas. Serão priorizados trabalhos que tenham como foco o Brasil e a América Latina, a partir de problematizações baseadas em referenciais teóricos recentes (e/ou inovadores) como também plurais em termos metodológicos e disciplinares. O pano de fundo dos desafios que o atual contexto político e institucional de crise deve ser considerado.

GT 4: Interfaces das Políticas Públicas – abordagens e temáticas multidisciplinares: este grupo de trabalho tem como objetivo promover a discussão das interfaces e contribuições de diferentes áreas disciplinares para o estudo das políticas públicas. Há preferência por trabalhos que discutam temas cujos significados estão se alterando de forma bastante significativa nas últimas décadas, como a noção de saúde preventiva, gerontologia, políticas para mulheres, escolas e desigualdade, e gestão ambiental e gestão de resíduos. A abordagem metodológica e analítica plural e recente desses estudos deve ser observada, como interfaces promissoras para uma agenda de pesquisa em políticas pública em contexto de crise.

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